O que o Minimalismo pode fazer por você

Navegando pela blogosfera nos últimos dias experimentei a rara sensação de encontrar algo novo e diferenciado, que renovou meu ânimo com a longa, lenta, monótona e enfadonha jornada que me propus a seguir.

Falo do ótimo blog Viver Sem Pressa, da Yuka, que aborda de maneira bastante divertida sua atitude em relação ao Minimalismo, que é nada mais nada menos que um princípio, um estilo de vida e de comportamento que muitas pessoas seguem (muitas vezes sem saber), seja por necessidade, seja por opção.

Minimalismo é reduzir ao mínimo o emprego de elementos ou recursos. Em outras palavras, é eliminar o desnecessário, o excesso, o supérfluo.

O assunto não costuma ser debatido com profundidade, mas volta e meia ganha os holofotes da mídia convencional, especialmente quando se fala das alternativas de decoração dos cada vez menores apartamentos  que são vendidos pelas incorporadoras ou dos padrões um tanto excêntricos da geração Millennium, como esse aqui por exemplo:

Tiny

Nessa matéria, vendem o conceito das microcasas para o público que “não quer se sentir vivendo com menos” e que acabam equipando seus cubículos com “equipamentos grandes e acabamentos sofisticados, do tipo que se encontra em casas customizadas”.

Nada contra, até mesmo porque uma microcasa chic tem muito menos impacto ambiental e social  do que as grandes casas e apartamentos que a turma mais privilegiada costuma adquirir.

No entanto, para além da movimento cult que se nota em países desenvolvidos e em contraposição à necessidade de adaptação aos pequenos espaços que estão disponíveis nas grandes cidades, o minimalismo deve ser entendido não como uma provação ou um simples movimento geracional, mas sim como um princípio ou estilo de vida que pode proporcionar aos que o seguem grandes vantagens.

Ou seja, você não precisa morar numa cabana ou kitinet pra ser minimalista. Você precisa apenas querer ser mais consciente sobre o que você consome. E se beneficiar de suas muitas vantagens.

Algumas delas são essas:

  • Mais liberdade: estar liberto do medo de perder coisas ou de deixar de ter a capacidade de acumulá-las.
  • Mais eficiência: você não vai deixar de fazer o que tem que fazer no dia-a-dia de casa e do trabalho (bater ponto e entregar resultados na empresa, criar seus filhos, cuidar da casa). Isso é um fato. Gastar e usar menos recursos para viver é, literalmente, tornar sua vida mais eficiente.
  • Foco no que importa: a acumulação de coisas deixa de ser prioridade e sua fonte de satisfação passa a ser outra(s).
  • Ter e desejar o suficiente: o lema inscrito no perfil deste humilde blog, saber o que (e quanto) te satisfaz é a chave para uma vida mais leve e, ainda assim, completa.
  • Mais felicidade e tranquilidade: o medo de perdas materiais e do fracasso é reduzido e a sua energia vital acaba sendo direcionada para experiências mais significativas, que nos induzem inevitavelmente à felicidade.
  • Mais independência financeira: tendo-se menos coisas e consumindo menos, sobra mais dinheiro no final do mês e – milagre dos milagres – será exigido de você um patrimônio muito menor para assegurar seu futuro.

Eu, particularmente, pratico o minimalismo desde sempre. As propagandas nunca me despertaram desejos. Meus melhores prazeres sempre estiveram relacionados a coisas simples, como o ritual de uma boa refeição, uma leitura, um encontro de amigos, estar com a esposa…

No entanto, acredito que o minimalismo não é necessariamente inato. É um estilo de vida que pode ser adotado por qualquer pessoa. Afinal, os melhores prazeres da vida estão disponíveis para todo mundo e uma pequena mudança de hábito, mesmo que gradual, pode causar grande impacto na vida de alguém.

Exemplos de escolhas simples que podem ter um grande impacto no longo prazo:  preferir o passeio pelo parque ou praia em vez do shopping; a sessão de netflix em vez do cinema; um livro em vez da TV a cabo; um jantar elaborado em casa em vez do restaurante; brincar com seu filho ou com seu pet; passar o domingo com seus pais; namorar; praticar caminhada ou corrida; morar em uma casa menor; um carro semi-novo; compartilhar um carro.

A temperança e a prudência de um frugal são características que impedem o desperdício e a tomada de decisões que não sejam sustentáveis a longo prazo. É algo natural, está longe de ser um sacrifício.

Por mais que sejam boas pautas para reality TV ou para a publicidade em geral, o consumo desmedido de bens e serviços e o abuso de comida, bebida e otras cositas mas só servem para dar um barato instantâneo e muita dor na consciência depois.

É um estilo de vida que está incorporado na minha conduta diária e tem muito a ver com o título deste blog, afinal de contas, a frugalidade e o minimalismo andam de mãos dadas.

Grande abraço,

@OFrugalista.

 

 

 

 

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Histórico: rompida a marca de R$ 500.000,00!

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Satisfação voltar ao Blog, reler as postagens antigas e ver o quanto estou progredindo.

As expectativas estão sendo atingidas e a vida vai muito bem, obrigado.

Sinto que minha vida está nos trilhos e só preciso de uma dose maior de paciência e determinação para chegar ao meu destino há tanto tempo desejado.

Espero voltar neste post daqui a alguns anos, depois de conquistar o que há tanto tempo desejo, e relembrar que o ano de 2019 é um divisor de águas.

Os projetos ainda nem engatinhando estão, mas a esperança é de que rendam bons frutos.

Por enquanto, posso adiantar que o primeiro semestre ainda não acabou mas já aportei 75% de tudo que aportei ano passado, muito embora a estrutura de gastos tenha passado por grandes alterações. Troquei muitos gastos pessoais variáveis por outros gastos, nem tão pessoais assim.

Além disso, é digno de registro que no mês de maio rompi a barreira dos R$ 500.000,00, um objetivo que pouco tempo atrás parecia ser muito distante, mas que hoje é minha realidade.

Mai
R$ 510.132,48
R$ 12.300,49
260831
R$ 1,9558
0,80%
4,52%
27,69%

Estou focado em manter o ritmo mais forte de aportes no segundo semestre e acompanhar de perto meu novo projeto profissional, que se der certo pode alavancar meu patrimônio e ser o passaporte para o grande plano, que na minha cabeça já ganhou até nome: Projeto 2024.

Abraços,

@ofrugalista

 

2018: Casa em ordem e velocidade de cruzeiro.

Outro ano muito bom!

Tenho só que agradecer pelos privilégios que a vida me deu. Saúde, família, trabalho que me sustenta.

A viagem até a independência financeira tem sido gratificante, pois o foco no processo equilibrado, mas constante e regular, fornece a paz necessária para uma qualidade de vida reconfortante.

Nesse ponto, 2018 também foi generoso. A vida cotidiana foi quase perfeita, com estreitamento de laços com família próxima e progressos fundamentais na vida pessoal. A virada do ano, portanto, deverá ser* um dia de agradecimento, e não de pedidos.

Quanto à vida financeira, idem – nada a reclamar!

Tal como no ano de 2017, meu patrimônio aumentou significativamente. Dessa vez, menos do que o almejado, mas respeitáveis 23,55%.

Devido a despesas já previstas, os aportes foram reduzidos, apesar do aumento da renda advindo de novos trabalhos.

A rentabilidade, por sua vez, foi de apenas 4,56%, castigada especialmente pela queda do preço de algumas ações da minha carteira e pela baixa correção dos preços dos imóveis (CUB e IGMP). A respeito destes, só verei algum progresso no momento de eventual venda ou aluguel, o que deve ocorrer apenas no médio prazo.

A situação patrimonial, ao fim de 2018, está assim:

image

A alocação dos ativos está assim:

image

 

Como se percebe, as maiores participações estão vinculadas à carteira de ações e à minha fração de um imóvel que está em construção e que deverá gerar alguma renda no futuro.

Embora esses ativos não tenham ajudado na rentabilidade neste ano, a perspectiva é bem melhor, visto que a maior parte das ações foram adquiridas durante a crise e o imóvel está contabilizado pelo seu preço de aquisição.

Por fim, em relação à taxa de poupança, conforme modelo já adotado, temos o que segue:

Ano 2013 2014 2015 2016 2017 2018
JAN 12,44% 47,96% 68,84% 77,14% 15,78% -33%
FEV 0,00% 44,09% 28,26% 59,17% 9,03% 41%
MAR 0,00% 71,20% 31,44% 28,41% 76,55% 61%
ABR 0,00% 20,93% 14,60% 28,67% 94,33% 37%
MAI 31,20% 28,01% 38,75% 19,89% 45,93% 28%
JUN 44,32% 85,26% 42,35% 97,76% 68,55% 46%
JUL 30,29% 59,81% 47,46% 36,44% 40,70% 68%
AGO 55,68% 60,40% 60,40% 23,00% 83,44% 72%
SET 32,32% 38,25% 0,00% 20,73% 36,44% 11%
OUT 59,63% 57,61% 20,69% 29,82% 125,63% -31%
NOV 34,80% 36,27% 36,95% 26,92% 99,61% 54%
DEZ 94,38% 60,70% 0,00% 47,09% 53,89% 74%
Média 32,92% 50,87% 32,48% 41,25% 62,49% 35,53%

Como se vê, mesmo com o aumento da renda, a taxa de poupança caiu substancialmente em relação ao ano anterior. Mas vai melhorar!

Para 2019, a expectativa é romper a importante barreira dos 500 k em investimentos próprios e aumentar a taxa de poupança.

Acredito que, com sorte, dê para beliscar os 600 k, se a bolsa cooperar e os gastos voltem à normalidade.

Com essa ideia, em 2019 devo atingir a velocidade de cruzeiro, com o que eu acredito que eu consiga obter a maior renda possível para minha “envergadura” tendo o menor gasto possível (as maiores despesas ficaram pra trás).

Outra meta para 2019: Iniciar o desafio dos 5 anos!

  • 5 anos para a independência financeira;
  • 5 anos para reduzir a carga de trabalho;
  • 5 anos para minha “melhor idade”.

Sem deixar de aproveitar o percurso!

Avante!

@OFRUGALISTA

* Post feito na manhã da véspera de Natal, na companhia do cachorro, enquanto a esposa descansa.

Retrospectiva 2017

Foi um ano muito bom.

O ano de 2017 terminou com meu patrimônio 56,85% maior do que era em 31-12-2016.

Isso se deveu, especialmente, ao aumento dos aportes: aumento da renda dos trabalhos e contenção do aumento dos gastos. Não gastei simplesmente porque aumentei meus rendimentos; consegui manter o nível de gastos em um patamar muito parecido com 2016, sem deixar de aproveitar um pouco do aumento da renda.

Será necessário reforçar mentalmente a diferença que fez a renda extra para o resultado final. O desafio para os próximos meses/anos será sair da zona de conforto e se sujeitar a aproveitar as oportunidades para manter o muito bem-vindo rendimento extra, mesmo que seja às custas de mais tempo e menos sono.

O momento é de acumular!

Abaixo, a tabela “Taxa de Poupança” atualizada, a partir do modelo da Retrospectiva do ano 2016.

Ano 2013 2014 2015 2016 2017
JAN 12,44% 47,96% 68,84% 77,14% 15,78%
FEV 0,00% 44,09% 28,26% 59,17% 9,03%
MAR 0,00% 71,20% 31,44% 28,41% 76,55%
ABR 0,00% 20,93% 14,60% 28,67% 94,33%
MAI 31,20% 28,01% 38,75% 19,89% 45,93%
JUN 44,32% 85,26% 42,35% 97,76% 68,55%
JUL 30,29% 59,81% 47,46% 36,44% 40,70%
AGO 55,68% 60,40% 60,40% 23,00% 83,44%
SET 32,32% 38,25% 0,00% 20,73% 36,44%
OUT 59,63% 57,61% 20,69% 29,82% 125,63%
NOV 34,80% 36,27% 36,95% 26,92% 99,61%
DEZ 94,38% 60,70% 0,00% 47,09% 53,89%
Média 32,92% 50,87% 32,48% 41,25% 62,49%

O início de 2017 foi de baixa poupança, mas que depois foi mais do que compensada com um “excesso” de ingresso. Como se vê, os meses de abril, agosto, outubro e novembro tiveram melhor desempenho por conta de ingressos não previstos.

Para 2018, tenho as seguintes metas:

– Poupar 50% dos meus ganhos líquidos;

– Aumentar o Patrimônio em, pelo menos 35%.

Baixas expectativas , em função da falta de perspectiva de novos ingressos extraordinários e também de prováveis gastos com tratamento de saúde.

Avante!

 

Com quantas milhas não se compra uma passagem aérea

Uma das primeiras medidas que eu adotei para racionalizar meus gastos foi a de aderir a um cartão de crédito.

Antes, costumava pagar tudo no dinheiro ou no débito, tentando evitar um mal de que até hoje fujo com determinação: custos bancários.

Ocorre que, conforme progredia financeiramente, descobri que seria possível usar o cartão de crédito sem custos e, mais do que isso, poderia usá-lo para, ao contrário do senso comum, controlar meus gastos e ganhar “milhas” para viajar.

A partir de então, passei a concentrar todas as minhas compras em apenas um cartão, onde posso acompanhar pelo aplicativo do banco os gastos em tempo real e projetar, pela média dos meses anteriores, o orçamento dos meses seguintes.

O grande apelo pra mim, porém, são os pontos de fidelidade, que podem ser usados nas cias aéreas em troca de passagens.

Já fiz algumas viagens usando as famosas milhas e recomendo fortemente a todos que se inscrevam nos programas disponíveis. 

Existem alguns macetes nessa área, mas deixemos esse assunto pra outro dia.

O que venho registrar aqui é a minha grata surpresa ao descobrir a loja virtual do programa de fidelidade.

Ao acessar meu extrato de pontos, identifiquei que venceriam mais ou menos 30 mil pontos agora no mês de julho e, não tendo nenhuma viagem a vista, resolvi pesquisar a aba “troque seus pontos”.

Pra minha surpresa, abriu-se um menu com mercadorias de várias lojas de departamentos, com boas ofertas e produtos que seriam de muita utilidade aqui em casa.

Depois de alguma pesquisa e avaliação, trocamos 43.680 pontos, dos quais 30.000 estavam para expirar. Eis o extrato:


E quais foram os produtos? Quanto custaria no mercado?

Vamos lá:

Preço de hoje (11/7/17), primeiro lugar no Buscapé. Há um mês, quase compramos esse mesmo aspirador em uma loja aqui da cidade por R$ 390,00 🤡


Vê-se, portanto, que 43.680 pontos renderam R$ 798,70 (54,6 pts/R$).

Em um primeiro momento, pode parecer um mal negócio, considerando que 60.000 pts poderiam financiar uma passagem pros EUA, por exemplo (aprox. 30 pts/R$), mas não posso deixar de registrar que 30.000 dos meus pontos seriam perdidos.

Logo, meu custo de oportunidade deve ser calculado com base nos 13.680 que estou de fato trocando nessa compra: isso representa meros 17,12 pts/R$. 

Assim a decisão fica mais fácil! 😜

No frigir dos ovos, vale repetir, computei R$ 798 reais ganhos pelo simples fato de usar cartão de crédito. Muitos outros reais, oxalá, ainda serão aproveitados. 😎

Nada mal, não é?

A quem não usa cartão ou não se preocupa com os planos de recompensa ou de fidelidade disponíveis, fica a recomendação deste pobre escriba.

Forte abraço!

Taxa de Poupança

Poupança ou aforro é a parcela da renda ou do patrimônio que não é gasto ou consumido no período em que é recebido e, por consequência, é guardado para ser utilizado em um momento futuro.

O conceito de poupança está intimamente relacionado com redução de despesas, em particular dos gastos recorrentes. No contexto de finança pessoal, poupar geralmente se refere à preservação do capital em aplicações de baixo risco (confrontando a segurança de manter o saldo em uma conta de depósitos contra aplicá-lo em um investimento financeiro, onde o risco é maior). Para a economia, poupança é um conceito amplo que se refere a toda receita não destinada ao consumo imediato. [fonte: Wikipédia]

Conseguir poupar seus vencimentos mensais ao máximo vai significar a necessidade de dispender menos recursos para viver. Por decorrência lógica, ao precisar de menos dinheiro para custear sua vida, menor poderá ser o patrimônio do qual será retirado os recursos necessários para a sobrevivência.

Minha taxa de poupança poderia ser melhor. Ou eu trato de aumentar minha renda ou reduzo meus gastos.

Com uma viagem programada para este ano, a segunda opção será difícil de implementar (mas não deixarei de tentar).

Ano 2013 2014 2015 2016
JAN 12,44% 47,96% 68,84% 77,14%
FEV 0,00% 44,09% 28,26% 59,17%
MAR 0,00% 71,20% 31,44% 28,41%
ABR 0,00% 20,93% 14,60% 28,67%
MAI 31,20% 28,01% 38,75% 19,89%
JUN 44,32% 85,26% 42,35% 97,76%
JUL 30,29% 59,81% 47,46% 36,44%
AGO 55,68% 60,40% 60,40% 23,00%
SET 32,32% 38,25% 0,00% 20,73%
OUT 59,63% 57,61% 20,69% 29,82%
NOV 34,80% 36,27% 36,95% 26,92%
DEZ 94,38% 60,70% 0,00% 47,09%
Média 32,92% 50,87% 32,48% 41,25%

Os 32% de 2013 trazem a lembrança de quão pouco eu ganhava naquela época.

Com algumas promoções a partir de 2014, consigo identificar que o custo de minha vida inflacionou demasiadamente. Em 2014, ainda pouco acostumado com o UP no salário, consegui uma taxa de poupança de mais de 50%, o que eu julgo razoável, mas não ideal (penso em 60%  – resolução de final de ano; a ver 2018).

O f*$#-se foi ligado em 2015, com a realização de duas viagens e com troca de carro. Muito embora o negócio tenha sido muito bom, o sangramento da carteira foi inevitável.

Satisfeito em verificar que em 2016 a taxa de poupança aumentou, o que – espero – seja a tendência para o futuro.

Em razão da viagem, prevejo que não atingirei a meta desejada este ano, mas farei muita força para atingí-la em 2018.

Espero voltar aqui pra registrar essa façanha.

Especulação pouco inteligente

Há muitas maneiras em que a especulação pode ser pouco inteligente. Destas, as mais importantes são:

1) especular quando você pensa que está investindo;

2) especular seriamente, e não como passatempo, quando você não possui conhecimento apropriado e habilidade para tal; e

3) arriscar mais dinheiro na especulação do que você tem condições de perder.

(Ben Graham)

Querido Diário

Estamos em janeiro de 2017 e, conforme prometi em 31/12/216, pretendo colocar minha vida financeira em ordem.

Não tenho de ter grandes ambições além de parar de trabalhar dia-a-dia, batendo ponto e produzindo resultado que não me beneficia diretamente.

Os softwares estão instalados: boa educação financeira, entendo o suficiente dos instrumentos financeiros disponíveis ao pequeno investidor, ganho relativamente  bem, gasto relativamente pouco, invisto a diferença.

Mas preciso executar melhor:

1-Saber exatamente quanto gasto e quais desses gastos são realmente necessários.

Os melhores prazeres da vida são simples, mas não posso me tornar escravo dessa ideia. A avareza não é uma qualidade.

2-Aumentar minha taxa de poupança e buscar meios para aumentar a rentabilidade dos investimentos, mesmo que precise assumir um pouco mais de risco. Especulação.

– “Greed is Good”, mr. Gekko said.

3-Resgatar e registrar dados fundamentais: taxas de poupança, crescimento da renda, evolução da rentabilidade, alocação de ativos.

Foram 5 anos de aportes em anos de bear market, a recessão vai acabar e as commodities vão se recuperar.

4-Manter foco e disciplina e 2017 haverá de ser bom.